“Us Now”

Muito bom ter amigos que contribuem para o nosso dia-a-dia ser mais interessante… eu não viveria sem os meus. Todos são especiais, mas tenho sorte de ter um amigo como o Roberto Sena, que agora está do outro lado do oceano, matando nossa turma de saudade.

Mesmo longe, graças a internet, ele ainda renova nossos laços com uma dica diferente, com o alerta de um evento novo, uma novidade… enfim, é o cara que te faz pensar para frente e além.

Na última conversa que tivemos, ele me passou o link do blog dele com um documentário. Pensei: “Putz! 60 min! Não dá tempo de assistir tudo agora, mas vou dar uma olhadinha…”  Tsi tsi tsi … além de assistir até o fim, a cada instante ficava mais e mais encantada.  Por isso gostaria de dividir com vocês. Para explicar do que se trata este documentário, nada melhor que as palavras de quem indicou:

[...] No meio de tanto conteúdo o documentário Us Now me rouba a atenção. O vídeo criado pela produtora inglesa Banyak aborda a colaboração em massa, generosidade, a influência da redes socias nos governos mundiais, e claro, cita muitos exemplos de projetos que sao sucesso, como o Zopa, banco em que todos são gerentes.

Em tempos em que a escassez de crédito tem sido um dos piores efeitos da crise financeira mundial o banco britânico traz uma idéia muito simples, porém funcional, ou seja, o dinheiro do investidor (pessoa que empresta) é dividido em diversos empréstimos de forma a reduzir o risco de inadimplência, o resto funciona como um empréstimo normal, nisso tudo o único intermediário é o site que gerencia a operação. Os juros cobrados para o empréstimo de mil euros, por exemplo, não passa de 4% no fim do período de um ano, taxa que é praticamente inexistente num banco tradicional, ainda mais no Brasil, onde as instituiçcoes financeiras cobram um absurdo. No entanto, segundo a legislaçao brasileira o banco inglês não pode operar em solo brasileiro, por ser considerado uma transação semelhante à agiotagem.

Outro caso abordado no documentário é o Ebbsfleet United, clube de futebol comandado pelos próprios fãs, fundado em 1946 e que hoje está na 5ª divisão. Ficou mundialmente conhecido quando foi noticiado que, estando à beira da falência, diante da situação, acabou abrindo seu capital para todos, através da rede, possibilitando que os próprios torcedores adquirissem ações pelo preço unitário de 35 libras esterlinas. Enfim, o documentário foca nos projetos e propõe questões e sugestões, ao invés de ficarmos apenas submetidos a redes sociais tradicionais, como Flickr, Facebook, etc.

Divirtam-se! Bjoka de UpaLupa

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“Se não for desta forma não é 2.0, é 1,99″…

Ganhei de presente do Manoel Fernandes, da Bites, o livro: “Do Broadcast ao Socialcast” e adorei. Não queria mais que acabasse. Cada idéia legal que eu tirei de lá… E de tão legal que eu achei, tive a idéia de contar alguns trechos que me fizeram pensar bastante. O livro é uma coletânea de textos de várias feras da web. Aí vai:

A era do autor 2.0

No broadcast consideramos: uma linguagem, uma mensagem e múltiplos meios. No socialcast temos de considerar: múltiplas linguagens, uma mensagem e múltiplos meios. Como fazer isso? Aprendendo a escutar e dialogar. Só conseguimos engajar pessoas nas causas de nossas marcas quando as deixamos participar como coautores ou criadores da linguagem apropriada à sua rede social.

Marcos Souza Aranha [iChimps]

Peça desculpas, não peça licença…

Nos últimos 2 meses 20 reuniões se apresentaram no meu intenso e estressante dia a dia profissional: fui discutir geoprocessamento, sustentabilidade, CRM, blog, rastreamento de boatos na internet, advergames, outernet, podcasting, sms, links patrocinados, busca orgânica, mobile marketing, click to call, web 2.0 [...] Das reuniões citadas, 90% não têm literatura ou livros a respeito – são assuntos que estão sendo construídos pelo mercado sem a interferência das universidades e de seus acadêmicos [...] Há exatos oito anos, ou seja, desde a virada do milênio, eu não consigo mais explicar para os meus pais o que faço na minha atividade profissional; nos últimos dois anos não consigo explicar para os meus pares na empresa o que estou fazendo e, mais recentemente, a minha esposa me ouve ao telefone falando de assuntos sobre os quais ela não tem a mínima idéia do que significam [...] Já se foi o tempo em que a escola era o único lugar em que você aprendia e a empresa era o único lugar em que você trabalhava. [...] Em uma reunião recente relatei que estávamos com 40 mil palavras patrocinadas no Google e que o investimento para o ano seria de R$1 milhão. Todos ficaram atônitos e não entenderam absolutamente nada. Quando expliquei que, das 40 mil palavras, 15% tinham erros de português e que havíamos vendido naquela semana um apartamento com a palavra patrocinada gravidez com “s” ao custo de R$5 centavos, a casa veio abaixo. [...] Reúno apenas algumas escassas certezas. Uma, que vou morrer; a outra, a certeza de minha próprias dúvidas; a terceira, que não peço mais licença e peço desculpas na maioria das minhas decisões. Só assim consigo avançar com as práticas inovadoras de uma empresa 2.0.

Romeo Deon Busarello [Tecnisa]

Relevância e audiência: a importância do capital social

A “moeda” do socialcast é a atenção que cada integrante de uma rede recebe dos demais.”

Marcelo Coutinho [Ibope]

Reinventar ou morrer

O país é pobre, o acesso à tecnologia ainda é caro, mas 40 milhões de usuários do MSN ou 140 milhões de usuários de telefonia celular não podem estar errados. As pessoas encontraram uma forma de ampliar a sua voz! [...] Aprender com cases como a Dell, que transformou limão em limonada ao criar o site Ideastorm que integra o desenvolvimento de seus produtos com a voz do consumidor, é sucesso.  “Se não for desta forma não é 2.0, é 1,99″, como diz meu sócio e parceiro Ronaldo de Souza.

José Luiz Schiavoni [ S2 Comunicação Integrada]

Qual o papel de uma agência de mídias sociais?

Em todo período de transição, existe um desconforto diante da novidade e do poder libertário e caótico das redes sociais. As empresas descobrem diariamente o poder dessas redes e há uma certa paralisia em relação ao que fazer. A má notícia é que não fazer nada é a pior estratégia.

Sérgio Cavalcanti [PeopleMedia]

Um olho no gato e outro no mouse

Por isso, é mais fácil dominar a tecnologia do que entender a alma humana. E essa é a principal matéria-prima para quem trabalha em comunicação: as crenças, os sentimentos, os sonhos, que nem sempre estão em sintonia com os chips ou os softwares.

Ruy Lindenberg [Leo Burnett Brasil]

A consagração do dedão

Você vai apertar a campainha e usa qual dedo? Se for o indicador, você quase certamente tem mais de 30, porque os mais jovens usam o dedão. Simples assim. Os dedões mais novos, e as porções do cérebro que as controlam, estão se adaptando aos celulares, playstantions e controles de consoles há anos. [...] Durante muito tempo, pensadores e analistas “mais velhos” teorizaram que ninguém nunca faria nada de útil num celular [...] Esqueceram, como sempre, de ler Douglas Adams (sobre o futuro)… “Tudo o que já existia no mundo antes de nascermos é absolutamente natural; as novidades que aparecem enquanto somos jovens são uma grande oportunidade e, com alguma sorte, podem até ser uma carreira a seguir; mas tudo que aparecer depois dos 30 é anormal, um fim do mundo que conhecemos, até que tenhamos convivido com a coisa por uns dez ou 15 anos, quando começa a parecer normal.”

Silvio Meira [CESAR]

Para os curiosos, AQUI está o livro na íntegra.

Bjoka de UpaLupa

Todos pela Educação

Quando eu era ainda mais pequena, era rodeada de livros em casa e isso foi fundamental para o meu desenvolvimento. Óbvio que ao falar em educação não falamos apenas de livros, apesar dele ser um ótimo símbolo, mas também de presença e atenção. Meus pais eram muito presentes na escola em que eu estudava. Estavam ao meu lado em todas as apresentações de teatro, jogos de fultebol, reuniões e conheciam todos os meus amigos e professores com carinho.

Sempre cobravam notas boas, mas nunca se negavam em fazer uma lição ou outra comigo. As diretoras do colégio também eram fantásticas. As “tias” então… nem se fala. Muitas são minhas amigas até hoje. Todas as pessoas que participaram da minha formação, em especial meu pai, contribuiram para o que sou hoje.

Para os meus sobrinhos, priminhos, futuros UpaLupinhas e todas as crianças que de uma forma ou outra posso beneficiar participando desta campanha, pretendo ser tão boa educadora como foram comigo.

Como diz meu velho: “Não há coisa que eu mais amo na vida do que aprender”.

Este é o exemplo que quero dar para as crianças ao meu redor: quero que elas amem aprender eternamente e tornem-se empreendedores de sucesso. Conheçam um pouco mais da campanha:

Como disse a Samegui:

Eu, você e todos podemos fazer muito pela educação, não só das nossas famílias, mas de todo Brasil!

 

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Euzinha

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Pq UpaLupa?

Vocês já assistiram a “Fantástica Fábrica de Chocolates”? Na fábrica trabalhavam criaturinhas muito pequenas, cativantes e que se divertiam trabalhando: os Oompa-Loompas. Ok, também devo confessar que a Sra. UpaLupa, além de amar muito o que faz e se divertir muito com isso, possui apenas 1,50m e graças a eles, ganhou este apelido. Mas o que isso lembra vendas na internet? Segundo ela, todas as suas experiências em lojas virtuais foram divertidas, prazeirosas e a idéia é que UpaLupa não seja apenas um apelido, mas um estado de espírito. Ser um UpaLupa é ser alguém divertido, que goste de gente, que goste de viver em rede e que use a internet para fazer bons negócios e ajudar as pessoas. Por isso que "Vender na internet é coisa de UpaLupa"!!!
Eu sou uma Luluzinha!

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