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O vídeo mais ridículo do mundo

Estou ajudando o Ian Black para ele ganhar o Desafio LG, e por isso estou divulgando o vídeo RIDÍCULO dele dançando o tema do FLASHDANCE:


Quem quiser ajudá-lo, basta seguir as instruções no Enloucrescendo.


A Revolução da Experiência

Ouvi do Ricardo, no último Bate-papo, que as empresas que dizem: meu diferencial é o número de produtos, estão atrasadas a pelo menos 200 anos. O meu diferencial é o preço, performance e blá blá blá, estão além de atrasadas, totalmente cegas! O diferencial é simplesmente a autenticidade. O óbvio. O clichê: seja você mesmo. E assim ninguém será como você ou como a sua empresa. Cada ser humano é único. Cada grupo ou organização é uma combinação única das pessoas que fazem parte dela. Abaixo as empresas que são “Maria vai com as outras”!

E há várias provas de que esta constatação, a de que vivemos a Revolução da Experiência, uma fase onde as pessoas priorizam as relações de troca (experiências válidas para ambos os lados), não é mais uma moda deste mundo marketeiro que gosta de fabricar fórmulas e rótulos para tudo. Eu particularmente, acredito que faz parte da evolução humana deixar de lado certas frescuras, para centrar no que realmente importa.

E o que realmente importa é sentir que as pessoas e consequentemente as organizações (que não passam de várias pessoas juntas, trabalhando) estão assumindo o que realmente são de verdade, com todos os seus erros e acertos. Estão notando que o fato de cada um ser diferente do outro serve para alguma coisa. E que, não ser igual a todo mundo, não é nenhum bicho de sete cabeças, mas uma baita de uma oportunidade de crescimento e evolução.

Exemplos? Como citado no bate-papo, uma das campanhas que mais deram resultado para a Dove:

Quer outro exemplo melhor que a Apple??? E a Zappos? Por falar na Zappos, a maior parte da apresentação do Ricardo tratava dela. E merece! Afinal eles sacaram o que nenhum site por aqui se ligou ainda: o e-commerce é feito de clientes que voltam! Simples assim. O que vejo hoje são grandes players do mercado transformando suas lojas em verdadeiras passarelas, onde o cliente realmente só dá uma passadinha, compra uma vez para nunca mais e se cair na besteira de comprar de novo, foi apenas por falta de opção. Quer um retrato disso? Acesse o artigo: O Naufrágio de um relacionamento.

Agora, por falar em grande players, será que o WalMart será tão diferente como já cantou por aí? Eu tenho minhas dúvidas, porque apesar de todos os recursos que a loja possui em relação as demais, como RSS, nuvem de tags, visualização de produtos no estilo www.dpreview.com, onde todas as características são colocadas lado a lado, menu em sistema de abas na navegação e o indispensável Blog do mundo WalMart, senti muita falta de uma inovação do layout da loja.

Lembram do que falei no último post sobre as lojas terem todas as mesmas “caras”??? Então… para quem está começando e tem pouca grana para gastar, é aceitável manter o padrão de menus de um lado, produtos ao centro, banners por todos os lados… mas o WalMart??? Pô, gastaram milhões e fizeram o maior estardalhaço nesta empreitada para mostrar mais do mesmo? E a experiência? O que afinal estou experimentando de “novo” nesta história?? Um modelo de loja que já conheço que mistura conceitos de blogs e redes sociais que já conheço? Ainda por cima com o slogan “Preço sempre menor, vida sempre melhor”, terei que voltar ao início do post? Desculpem, mas foi broxante!

Para ser prática aí vai uma lista de dicas para o WalMart e todas as lojas sem personalidade aprenderem como é que se faz, com que entende do negócio.

Veja abaixo as 10 lições aprendidas pela Zappos que achei no Blog do e-commerceBrasil.org :

  1. A Zapoos deve revender para seus clientes. Tal como a maioria dos comerciantes da Web no início, a Zappos gastou uma fortuna em alto perfil de anúncios para adquirir clientes. Aprendemos que compensa a centrar-se em repetir os compradores.
  2. Boca-a-boca realmente funciona online. Infelizmente, o boca-a-boca pode trabalhar contra você, bem como para a favor, como Zappos percebeu quando os clientes teriam informado seus amigos sobre a denúncia e-mails da loja.
  3. Não competir em preço. A Zappos oferecia um cupom de US $10 para quem fizesse uma compra. Isso funcionou maravilhosamente para aumentar as taxas de conversão, mas não para atrair compradores leais. Depois que seus concorrentes entregaram cupons de US $ 15 estes clientes saltaram do navio.
  4. Certifique-se de que o seu website seja 100% preciso. A empresa decorreu em problemas quando seu estoque ficou defasado, porque seu inventário ficou muitas vezes destorcido e criaram backorders e clientes insatisfeitos. 99% não é bom o suficiente, disse Hsieh, porque esse 1% fora-de-estoque pode fazer uma grande diferença “, quando falamos de volumes significativos.
  5. Centralmente localizar a sua distribuição. Inicialmente sediado em San Francisco, Zappos começou a Califórnia com um centro de distribuição. Mas o tempo de entrega era demorado para os clientes da Costa Leste, disse Hsieh. Agora, sediada em Las Vegas, Zappos atende fora de um CD no Kentucky.
  6. Serviço de Apoio ao Cliente é um investimento, não uma despesa. O objetivo é criar vida, relacionamentos com clientes, disse Hsieh. É por isso que não medimos esforços muitas vezes, é também por isso indicamos até um concorrente para nossos clientes quando não temos um produto. Soa arriscado, mas quando se precisa de outro par de sapatos, ele será direcionado para Zappos”, disse.
  7. Comece pequeno, fique focado. Você nunca vai conseguir uma situação exatamente direita, Hsieh, “lotes de pequenas coisas estranhas serão vendidas” Quando Zappos fez a jogada venda de vestuário além dos calçados, isso não promoveu-se fortemente tivemos lentamente uma aprendizagem ao longo do tempo de como os clientes compram roupas online “.
  8. Não é sigiloso. Não se preocupe com as concorrentes. Acreditamos na partilha de informações quanto possível com fornecedores, disse Hsieh, incluindo relatórios sobre vendas, inventário, e rentabilidade. Há benefícios por terem 1200 pares em nosso negócio a tentar ajudá-lo a crescer, não se preocupe muito sobre o que os concorrentes estão fazendo, estamos no foco de nossos clientes.
  9. Você precisa gerenciar ativamente a sua cultura empresarial. Contratar pessoas com base em como eles se encaixam na cultura, disse Hsieh. Zappos tem tudo a ver com o serviço ao cliente, por isso empregados precisam entender que devem estar disposto a fazer o que é necessário para fornecer um serviço excelente. “Se você começa a cultura direita, um lote de outras coisas irão cuidar de si mesmo”, disse ele.
  10. Tenha cuidado com os assim chamados especialistas “, incluindo a mim”, disse Hsieh. Zappos gastou muito dinheiro em consultores no início apenas para descobrir que “deveríamos ter confiado mais em nós mesmos.” Lembre-se, ele disse à platéia: “Ninguém conhece seus clientes melhor do que você”.

Ó, antes que alguém diga alguma coisa, não falei de cada um destes pontos, com as minhas palavrinhas, por puro sono, são 03h25 e preciso acordar às 06h00, portanto desta vez vocês precisam me perdoar, no próximo post eu compenso minha falta de autenticidade…rs

Fica o compromisso de comentar cada uma destas lições até o fim de semana. Palavra de UpaLupa!

Abraços sonolentos

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Namoro online

Não. Não vou falar de sites de relacionamentos. Já passei desta fase…rs Vocês vão entender o bom sentido deste título no decorrer do texto… Seguinte, para começar: como você encantou seu cliente hoje? Hã, nem sabe o que é isso?? Tá brincando? Como você quer fugir da concorrência, meu caro? Me conta o seu segredo, vai! Enquanto você não conta o seu, eu vou contar o meu, ou melhor, nem é segredo, é uma reunião de idéias que tive com uma porção de amigos que fiz estes últimos meses.

Lá em 1995 nasciam as primeiras lojas virtuais do Brasil e a Livraria Cultura foi pioneira (sou suspeita para falar deles, fã é pouco!) e de lá para cá o avanço foi grande, as plataformas estão cada vez mais robustas, os webdesigners cada vez mais malucos e os clientes cada vez mais corajosos para gastar na rede. Detalhe: a mulherada já ganhou a parada. Gastar é com a gente mesmo!

Porém reparem numa coisa curiosa: a maioria das lojas são praticamente iguais. Mudam-se os menus de lugar, um banner ou outro, um frescurinha aqui, outra ali, um chat online, um pop-up sem-vergonha, mas no fundo são todas focadas em uma coisa só: “Comprem de mim, comprem de mim”, “Eu só quero vender”. Logo de cara você tem contato com uma porção de produtos, promoções de todo tipo, cores e mais cores, o vermelho é o predileto e muitos dizem: “É porque chama a atenção”!

Afinal, “se o site da Americanas é todo assim e eles ganham um dinheirão, eu também posso ganhar”… Tsi tsi tsi. Doce ilusão. Enquanto a maioria das lojas continuarem a copiar o modelo dos outros, a Americanas e o Submarino continuarão a tomar conta de 70% do mercado online. Não critico o modelo deles, quem sou eu (meu faturamento ainda não permite), apenas reconheço que são originais. O modelo é deles e ponto. Eles gostam de ter uma loja assim, como descrevi logo acima.

Mas e vocês? A loja que estão planejando ou que já possuem e querem reformular, ela reflete o que vocês são ou é uma cópia dos modelos que todos já estão cansados de usar? Tá, uma cópia “customizada” ou “melhoradinha”… Algo como beijar a Roberta Close… é cópia, mas parece um mulherão, né? (Ou pelo menos já foi…rs)

Muita gente me pergunta o que fazer para brigar com os preços dos grandes varejistas online e eu digo: pare de brigar!!! Você é pequeno meu caro, vai apanhar até morrer! Gente pequena precisa apelar para a criatividade e principalmente para o encantamento… Faça pelo seu cliente tudo aquilo que o grandão promete e não faz. E isso ainda será pouco, pois entregar no prazo, atender bem e blá blá blá, é simplesmente básico.

Você precisa superar as expectativas dele. O cliente precisa digitar o seu domínio ou achar seu link no Google e ao entrar no seu “recinto” fazer assim ó: “Uau”!!!  “Ah, mas isso é caro!, “Essas idéias são legais, mas custam muito” É nada! Segue agora uma listinha de idéias (De graça ou baratinhas) para vocês colocarem em prática ontem:

  • Tenham um blog!!!! Essa dica já virou clichê… Mas é fato: conversem com seus clientes, permita que eles possam interagir com você e sua equipe. Há várias plataformas gratuitas como Blogspot e WordPress. Em minutos você está com um blog pronto para bater-papo com quem mais te interessa: seus clientes (vulgo pagadores das suas contas).
  • Tenha uma rede social. Sabia que você pode ter uma rede como o orkut só sua? É muito chick! Basta cadastra-se no Ning e fazer como a AgênciaClick. É grátis também! Nesta página a agência fala de tudo o que importa sobre a empresa, fala sobre o que eles fazem e como fazem. Toda a equipe está cadastrada lá e todo mundo que gosta da Click ou é cliente, fornecedor, parceiro, fã, enfim, todo mundo pode se cadastrar e interagir. Lá um cliente troca figurinha com o outro e assim por diante.
  • Promova encontros pessoais. Isso mesmo, marque encontros pessoais com os grupos que fazem a sua empresa crescer. Isso demonstra o quanto você se importa com a opinião deles… Mas não pode ser de qualquer jeito. Defina temas do interesse das pessoas. Ex: você vende roupas infantis na rede e pode promover encontros de mães blogueiras para trocar dicas sobre a saúde dos pimpolhos. Mãe adooooora exibir e falar dos seus filhotes e de como elas são mamães perfeitas e zelosas. Outro exemplo: você é dono de um SexyShop online e pode marcar encontros de clientes para participarem daqueles cursos de sensualidade com a Nelma Penteado (Eu querooo!Rs)
  • Faça da sua loja um ponto de referência. Não fique limitado a oferecer apenas informações técnicas dos produtos. Eduque seu cliente. Desenvolva artigos ou vídeos que o ajudam a utilizar determinado produto ou serviço da forma mais didática possível, onde até uma criança de 2 anos pode entender. Lembram do post sobre a garotinha usando o IPhone? Então, por exemplo, se você vende hospedagem, porque não explicar tim-tim por tim-tim tudo sobre hospedagem para o seu cliente? Porque não convencê-lo do quanto é importante escolher um bom serviço de hospedagem para a segurança do negócio? Se você oferece este tipo de ajuda ao cliente, ele te retribui com recomendações do tipo “Aquela empresa manja de tudo sobre tal assunto” e você torna-se referência no assunto. E qual a consequência disso??? Vendas! Afinal, as pessoas agora confiam em você e o que você vende na internet, não é confiança? (Isso meu amigo-cliente Ronaldo da WIW já aprendeu, vocês podem conferir…)
  • Dê a sensação de que ao entrar em sua loja virtual, o cliente está entrando em sua casa. Você é pequeno. Você pode. Não precisa ficar fazendo tipo ou pose de empresa grande e se fizer pega até mal. Crie uma linguagem gostosa com seu cliente, como quem fala com um amigo e queira de fato torna-se amigo dele. Lembre-se do aniversário dele porque você o conhece e não porque quer que ele compre mais. As pessoas percebem a diferença entre as duas coisas. Desista daquele blá-blá-blá chato como “ Mais de X anos no mercado, são frutos de um serviço diferenciado e inovador investindo em equipamentos modernos, profissionais capacitados, preservando o meio ambiente, investindo em segurança.” Ou seja: MAIS DO MESMO. Parta para outra. Traduza tudo isso para: “Os X anos de experiência que minha empresa possui podem servir para te ajudar a resolver tal problema…”
  • Levante a bandeira da independência. Repare bem nas perguntas que te fazem por e-mail ou pelo chat e assegure-se de que aquelas informações solicitadas estão no site, provavelmente não estão e se estiverem, devem estar escondidinhas. A cada ocasião como esta, desenvolva uma forma daquele cliente, quando voltar, achar a informação que deseja, o mais rápido possível e assim, ele fica mais livre, menos dependente para comprar e você diminui seus custos operacionais.
  • Tenha um produto ou serviço inusitado. Focado numa necessidade do cliente que às vezes nem ele sabe que tem. Querem uma idéia legal? Acessem o eMeias. Eu bato palmas para a dupla que criou este conceito. Muuuuuuito bom!!! Eles oferecem até Test-Drive!!! Detalhe: são filhos do QuebraTudo, assim como eu.

Tudo o que eu disse pode se resumir ao fato de que nos negócios, não falamos de empresas com empresas ou de pessoas com empresas, tratamos de pessoas com pessoas. Empresa é CNPJ. Quem assina contrato é gente. Gente gosta de ser bajulada, conquistada, afinal o que o ser humano mais quer é se sentir importante para alguém. E isso vai ficar cada vez mais forte com o aumento da mulherada comprando na rede (Homens, vocês estão perdidos, nem aqui os deixamos em paz…hehehe).

E contra a concorrência só há uma solução: seja original e acima de tudo um conquistador. Porém não um conquistador barato, mas sim o tipo de sujeito que liga no dia seguinte, que faz o pós-venda, entende? Que cuida do que tem…

Bom, por hoje é só.

Abraços UpaLupas apaixonados…rs

OBS: Visitem o Jumpcast, idéia do meu futuro amigo


Euzinha

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Pq UpaLupa?

Vocês já assistiram a “Fantástica Fábrica de Chocolates”? Na fábrica trabalhavam criaturinhas muito pequenas, cativantes e que se divertiam trabalhando: os Oompa-Loompas. Ok, também devo confessar que a Sra. UpaLupa, além de amar muito o que faz e se divertir muito com isso, possui apenas 1,50m e graças a eles, ganhou este apelido. Mas o que isso lembra vendas na internet? Segundo ela, todas as suas experiências em lojas virtuais foram divertidas, prazeirosas e a idéia é que UpaLupa não seja apenas um apelido, mas um estado de espírito. Ser um UpaLupa é ser alguém divertido, que goste de gente, que goste de viver em rede e que use a internet para fazer bons negócios e ajudar as pessoas. Por isso que "Vender na internet é coisa de UpaLupa"!!!
Eu sou uma Luluzinha!

@UpaLupa no Twitter

Puxões de orelha, elogios e cut-cut…

Basta deixar seu comentário, me adicionar no msn (ligiadutra@upalupa.com.br)ou enviar um e-mail. Vou adorar te conhecer! Bjo

Fotinhas

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